O poder da empatia

Muito tem se falado sobre empatia e a sua importância nas organizações, mas como será que essa competência pode ser útil para a convivência mais saudável das pessoas?

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É fato que estamos precisando muito vivenciar relações mais empáticas e compassivas no ambiente corporativo, uma vez que as relações sociais têm se tornado cada vez mais individualistas, egocêntricas e superficiais.

Mas o que é empatia? Para falar sobre esse tema, é essencial retornar ao teórico da psicologia humanista Carl Rogers, que deu um lugar significativo ao processo empático. Para ele, "Ser empático é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo refletido nos olhos dele." Seria esse o conceito mais simples e claro de empatia. e completa:

"Compreensão empática é a [...] capacidade de se imergir no mundo subjetivo do outro e de participar na sua experiência, na extensão em que a comunicação verbal ou não verbal o permite."

Historicamente, conseguimos enxergar algumas dificuldades, criadas por nós mesmos, que dificulta vivenciarmos a empatia:

  • Preconceito: É um julgamento com informações superficiais, inconsistentes, sem comprovação; é um estereótipo que devemos evitar;

  • Autoridade: Ao exercer enorme influência sobre os indivíduos, a autoridade foi utilizada como desculpa para cumprir tarefas indignas e injustas;

  • Crenças: As nossas crenças sociais, religiosas e políticas tendem a induzir que vejamos a vida sob um único ângulo, limitando nossa visão de mundo.

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No universo organizacional, a empatia é um diferencial na gestão de negócios e de pessoas. O que ela possibilita?

1. Promove relações mais saudáveis, autênticas e compassivas. 2. Minimiza posturas egocêntricas e preconceituosas. 3. Busca resolver conflitos de forma assertiva. 4. Estimula uma comunicação de grande alcance, e clareza. 5. Desenvolve a sinergia das equipes

Ao se colocar no lugar do outro no ambiente de trabalho, temos muito a ganhar expandindo nossa capacidade de compreensão e compaixão acerca dos problemas que nos rodeiam, mostrando outras visões diferentes das nossas, outros aspectos antes ignorados ou negados. Essas experiências nos ajudam desenvolver, ao longo do tempo, a postura empática e compassiva, aprendendo a cuidar das demandas individuais e grupais, atendendo-as de forma mais justa e abrangente.

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