Gestão das Emoções

O uso assertivo da inteligência emocional.

Um dos principais fatores que levam um profissional a alcançar o sucesso é sua capacidade de fazer uma boa gestão das emoções. Isso porque, para ter uma conduta profissional positiva, é preciso saber se comunicar com assertividade, saber se relacionar, lidar com a pressão ao gerenciar conflitos e ter controle emocional. Devido a esse cenário, as competências emocionais estão se tornando um tema recorrente nos círculos de profissionais de gestão de pessoas.

Cada vez mais, temos nos perguntado sobre como podemos promover recursos e condições para que líderes e equipes de trabalho possam vivenciar uma gestão das emoções de forma saudável e produtiva. Eis o desafio!

Sabemos que a nossa cultura ainda é limitada, no que diz respeito à expressão das emoções.

Crescemos ouvindo que não devemos chorar, nem expressar raiva ou qualquer outra emoção. Qual o ponto de equilíbrio? Como podemos promover um ambiente de trabalho onde as pessoas possam ser honestas consigo mesmas, de forma a serem compreendidas, terem sua individualidade acolhida e, ao mesmo tempo, manter a sintonia com as pessoas que compõem o ambiente de trabalho? Resumindo: como viabilizar um ambiente corporativo saudável emocionalmente e que gere resultado?

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De acordo com Mônica Simonato, apresentamos seis famílias de emoções: alegria, surpresa, raiva, tristeza, medo e repugnância, que podem variar de acordo com:

- Qualidade: se é negativa ou não; - Potência: se é forte ou fraca; - Atividade: reação provocada em quem experimenta.

Essas seis famílias, possuem diversos matizes de expressões. o desafio é fazer sua leitura, compreender as suas motivações, as crenças que a impulsionam e cuidar para que se mantenha em níveis saudáveis, não comprometendo o clima organizacional. A raiva, por exemplo, tão temida e tão presente no ambiente de trabalho, quando expressada de forma negativa, pode aparecer na forma de mágoa, irritação, nervosismo, descontrole, ira.

Entretanto, quando expressada de forma positiva, gera assertividade, firmeza e objetividade.

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O uso da Inteligência emocional tem possibilitado uma maior relação de compreensão, confiança, cooperação e parceria entre os colaboradores. Trata-se de uma habilidade fundamental para ter uma boa conduta profissional e construir uma carreira profissional realizadora.

Trabalhar a inteligência emocional de líderes e equipes tornou-se, portanto, um dos principais desafios do profissional de Gestão de Pessoas, possibilitando o desenvolvimento humano e garantindo relações interpessoais balizadas no respeito às diferenças individuais, relações mais honestas e éticas e acolhimento da diversidade social, gerando consequências positivas para a sociedade.

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