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A dignidade como protagonista nos cuidados de fim de vida



O fim da vida é um momento delicado e sensível, no qual podemos enfrentar dor, desconforto, perda de autonomia e questões existenciais profundas.


Quando falamos sobre cuidado, neste estágio da vida, não nos referimos apenas a procedimentos técnicos e farmacológicos, a dignidade humana torna-se protagonista e as decisões sobre a vida subjetiva também. A dignidade humana torna-se protagonista e as decisões sobre a vida subjetiva também.a dignidade humana torna-se protagonista e as decisões sobre a vida subjetiva também.


Alguns princípios são pertinentes:


Respeito pela singularidade

Cada paciente é um ser humano único e merece ser tratado com respeito e compaixão, independentemente da sua condição de saúde. Isso inclui considerar suas escolhas, visa de mundo, valores e crenças.


Autonomia

Honrar a dignidade de uma pessoa em finitude significa respeitar suas decisões, suas vontades em relação ao tratamento, a rede relacional com quem deseja conviver, o percurso que deseja dar a essa fase da vida.


Alívio do sofrimento

O cuidado digno visa aliviar o sofrimento da pessoa, não apenas fisicamente, mas também emocional e espiritualmente. Isso envolve fornecer tratamentos para controlar a dor e outros sintomas, bem como suporte psicológico e espiritual, para lidar com as emoções pertinentes ao contexto de vida e suas dores existenciais.


A dignidade desempenha um papel crucial no cuidado com pacientes em finitude.

Respeitá-la, não apenas honra sua humanidade, mas também potencializa o cuidado ofertado.


Desta forma, podemos contribuir para que possam viver este momento com significado e com a melhor qualidade de vida possível.


Texto: Psicóloga Flávia Vieira

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